Noite de recaída… assustadora!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Passei a noite revivendo algumas cenas “de terror” que no fundo eu sei que foram MUITO importantes para o aqui e agora.
Hoje de manhã não consegui enxergar… acho que ainda não agora… mas logo vou ver o brilho de missão cumprida de novo, como eu sei que Deus quer. Na verdade, acho que no fim do que eu tenho a dizer nesse post, isso já vai ter acontecido.
Minha mamy indo embora, depois o tio Tim, despedida de quem eu queria estar perto para sempre, despedida de novo e de novo, depressão, hospital, cara inchada de alergia a mim mesma…
Despedida da minha vida em São Paulo e no Brasil, com festa no aeroporto de Cumbica e muita saudade adiantada dos “meus tantos anjos”, depois o dia inteiro de lágrimas no aeroporto de Frankfurt, sem festa e com a visão de olhos vazios de resposta e de tudo de uma hora para outra… último abraço no ex-príncipe-agora-sapo, mas perdoado…
Busca e encontro, graças a Deus e aos “meus tantos anjos”, de coragem para encarar o mundo de novo… trabalho, trabalho, trabalho…
E era uma vez, mas não para sempre, como eu pensava, um casamento… minha primeira noite de casada… mudança para a casa dos meus sonhos… trabalho, medo, angústia, insegurança, medo, medo, medo, depressão, cara inchada de alergia a mim mesma…
E separação de novo… dessa vez sem despedida… solidão, medo, angústia, culpa, decepção, medo, angústia, culpa, decepção, depressão, e trabalho, trabalho, trabalho…
Tristeza, medo, abandono, busca de mim mesma e do meu lugar no mundo, medo, angústia, decepção, mais trabalho…
TUDO isso das 11 horas da noite de ontem até as 11 horas da manhã de hoje… sem descanso. Não vi nem anotei a placa do caminhão, mas sei que ele era grande… talvez um “treminhão”… que eu tanto perguntei para o meu pai o que era.
Quando achei coragem para ficar de pé e encarar que é preciso ir em frente, dei de cara com o meu “apezinho” querido… minha Brida querida… minhas coisas que ainda não tem um lugar certo nem são ainda tudo que eu quero, mas já são tudo que eu preciso. Encontrei os primeiros motivos…
Tomei meu banho, café “de final de semana”, levei a minha Brida para passear, e com olhos sempre molhados, mas bem abertos, vi muitos outros motivos:
Mensagem do meu Favorito… que tem feito a minha vida mais feliz desde que resolveu encarar a chata-fria-boba que eu fui na primeira vez… graças a Deus.
Mensagem da futura mamãe mais linda do Brasil, que é amiga para qualquer coisa sem mesmo precisar dizer… porque tem olhos de sinceridade…
Encomenda do Tio Favorito para a minha Brida querida, com o nome na caixa e tudo… a primeira da vidinha dela… com a prova de que quem beija meus filhos adoça minha boca…
Minha parede MARAVILHOSA de ladrilho hidráulico inspirada e “ditada” por uma das minhas quatro queridas Internacionais…
Encontro “do nada” com quem mora no meu coração há muitos anos… o “moço” que já deve ter esquecido disso, mas inspirou a música “Close to you”:
“That´s why all the girls in town follow you all around… just like me they want to be close to you”…
Mensagem “do nada” de quem mora no meu coração também há muito tempo, perguntando “se eu tenho kool”… (*)
(*) Vou ser obrigada a contar essa história num post.
Ligação do meu chefe-amigo-anjo-show-de-bola, perguntando como vai o Paraguai… que ninguém devia merecer… mas eu sim, graças a Deus e a outro “moço” querido que anda sumido mas mora no meu coração…
A foto no meu celular das três pessoinhas que eu mais amo nesse mundo, depois da “pessoona” que as fez e deu de presente para uma tia babona…
As minhas ferramentas de fazer Coisa de Moça em cima da mesa, esperando eu ter um tempinho para elas… e a certeza de que sei o que fazer quando chegar esse tempinho…
Beijo jogado da minha amiga-madrinha-também-anja assim que eu pisei na empresa…
O meu cantinho de ser gerente de projetos… que é meu porto seguro… e que eu amo de paixão apesar da “Dúvida de Moça” que insiste em rondar minha cabeça, apesar de eu já estar velhinha…
… e o meu Blog emprestado da Coisa de Moça… que me permite dividir, com quem “possa se interessar”, a descoberta de que tudo que se vive é um presente… e cada coisa tem a sua razão de acontecer, apesar da nossa GRANDE ignorância, inclusive de achar que estamos sozinhos.
De olhos AINDA molhados… não sei até quando… precisei estar aqui para agradecer a Deus e à vida por tudo que eu tenho de bom… e também pelo que eu acho que é ruim. A grande ignorância…