Archive for junho, 2013

Sobre os comentários…

terça-feira, junho 18th, 2013

Pessoas queridas,

Eu gostaria muito de conseguir ler todos os comentários que vocês deixam aqui, e até responder… e juro que tentei.

Mas ao mesmo tempo que fico MUITO feliz com tantas mensagens, não consigo mesmo dar conta nem de ler todas.

Então, peço desculpas de coração pela indisponibilidade de escrita dos comentários no blog, mas todo e qualquer e-mail será muito bem vindo no endereço: celia@coisademoca.com.br.

Beijos e obrigada.

Celia.

O meu Brasil

terça-feira, junho 18th, 2013

Eu quase nunca escrevo sobre coisas tão “práticas” aqui, mas hoje PRECISO falar das manifestações que estão acontecendo no Brasil.

Violência é horrível. Vandalismo, briga, destruição do que também é nosso, desrespeito às pessoas… tudo isso é feio e triste. Eu repudio e lamento muito.

Agora… ver as ruas da minha querida São Paulo e de outras cidades tomadas de gente do bem, lutando por uma causa justa e mobilizando cada vez mais gente do bem e para o bem é uma das coisas mais bonitas que eu já tive o privilégio de assistir.

Ainda tenho muita coisa para ver e aprender, eu espero… mas do pouco que eu já vi do mundo e do que acho que sei de pessoas e da vida, posso dizer sem medo de errar:

Esse país, o nosso Brasil, é digno de encher qualquer coração de orgulho. E esse povo, que está na rua com flores nas mãos e cara pintada são quem merece e faz valer todo esse orgulho.

Não acho que Deus seja brasileiro, porque Ele é de todos… mas que Ele está cheio de amor e cuidado com cada um que está na rua pelo bem não tenho a menor dúvida.

Meu coração não sabe se é mais orgulho ou emoção. Amo MUITO tudo isso. 🙂

Santo Antônio

quinta-feira, junho 13th, 2013

“Pedi a Santo Antônio um grande amor, mas ele deve estar mesmo atribulado. Não sei se é porque está de ponta-cabeça e amarrado, ou ouve as orações com pressa e entende tudo errado. Ou será que de santo não tem nada? Deu-me amor inesgotável, que nem cabe em meu coração. Só esqueceu, esse santo atrapalhado, de me mandar o homem a ser amado.”

                                                 Carolina Filipak para o Livro da Tribo